AZ-104 é difícil para iniciantes? Entenda o nível real de dificuldade em 2026
Resposta direta
Sim, o AZ-104 é difícil para quem está começando no cloud agora — mas não da forma que a maioria das pessoas imagina. Não é uma prova de decoreba difícil. É uma prova que exige que você já tenha colocado a mão no Azure, cometido erros, corrigido esses erros e entendido por que aquilo funciona daquele jeito.
Se você nunca abriu o portal do Azure, nunca criou uma VNet, nunca configurou uma NSG e está pensando em estudar só com vídeo-aula e flashcard, a resposta é direta: você vai sofrer, e provavelmente vai reprovar na primeira tentativa. Isso não é para te desanimar — é para te poupar tempo e dinheiro. O AZ-104 não é impossível para iniciante. Ele é difícil para iniciante que tenta pular a etapa prática.
A boa notícia é que “difícil” aqui significa “exige preparo estruturado”, não “exige anos de experiência”. Com o plano certo, um beginner de verdade consegue passar. Mas o caminho é diferente do que costuma ser vendido por aí.
O que “iniciante” significa no contexto do AZ-104
Antes de falar em dificuldade, precisamos alinhar o que “iniciante” quer dizer aqui, porque esse termo esconde perfis muito diferentes. Na prática, existem três tipos de beginner que chegam até o AZ-104:
Iniciante em TI e em cloud. Você está começando a carreira, nunca administrou servidor, nunca mexeu com rede corporativa, nunca trabalhou em suporte ou infraestrutura. Para esse perfil, o AZ-104 vai exigir uma base extra antes mesmo de você abrir o Azure.
Iniciante em cloud, mas com experiência em TI. Você já trabalha com redes, sistemas operacionais, servidores on-premises ou suporte técnico, mas nunca mexeu especificamente com Azure. Esse é o perfil mais comum entre quem tenta o AZ-104 como primeira certificação de cloud, e é o que tem mais chance real de sucesso em prazo curto.
Iniciante em Azure, mas não em cloud. Você já trabalhou com AWS ou GCP e está migrando de nuvem. Os conceitos de cloud (IaaS, PaaS, escalabilidade, redes virtuais) já fazem sentido para você, só falta aprender onde cada coisa fica no Azure.
Essa distinção importa porque a “dificuldade objetiva” do exame é a mesma para os três, mas o esforço necessário para chegar lá muda drasticamente. Se você se encaixa no primeiro grupo, o problema não é o AZ-104 em si — é que você está tentando aprender fundamentos de TI, fundamentos de cloud e o Azure especificamente, tudo ao mesmo tempo, com uma única prova.
Quão difícil é o AZ-104 objetivamente?
Colocando o AZ-104 na régua certa, dá para posicionar assim:
- Mais fácil que: AZ-305 (Solutions Architect Expert) e SC-300 (Identity and Access Administrator Expert) — ambas certificações de nível expert que assumem que você já domina o básico de administração.
- Dificuldade parecida com: AZ-204 (Developer Associate) e MS-102 (Microsoft 365 Administrator) — provas de nível associate que também cobram aplicação prática, não só teoria.
- Mais difícil que: AZ-900 (Azure Fundamentals) e SC-900 (Security Fundamentals) — que são provas conceituais, sem exigência de experiência prática real.
Essa comparação já entrega uma verdade incômoda: o AZ-900 costuma ser vendido como “o primeiro passo natural” antes do AZ-104, mas a distância entre os dois é grande. O AZ-900 testa se você sabe o que é uma VM. O AZ-104 testa se você sabe criar essa VM, configurar a rede dela, aplicar as políticas de acesso corretas, monitorar o consumo dela e resolver quando algo dá errado. É a diferença entre saber o conceito e saber operar.
Um ponto que faz muita diferença na percepção de dificuldade: o AZ-104 inclui labs práticos, além das questões de múltipla escolha. Ou seja, não basta saber marcar a alternativa certa — em algumas partes da prova você precisa efetivamente configurar algo dentro de um ambiente simulado. Isso muda completamente o tipo de preparo necessário e é uma das razões pelas quais quem estuda só na teoria se surpreende negativamente no dia do exame.
Se você procurar “az-104 difficulty reddit”, vai notar um padrão: quem já tinha alguma vivência com infraestrutura descreve a prova como “justa, mas trabalhosa”. Quem chegou sem nenhuma base prática descreve como “brutal” ou “impossível de prever”. Os dois grupos estão certos — só estão falando de experiências de preparo completamente diferentes.
O que o AZ-104 assume que você já sabe
Aqui está o ponto que a maioria dos materiais de estudo não deixa claro o suficiente: o AZ-104 não ensina conceitos básicos de TI. Ele assume que você já chegou com uma bagagem mínima e foca em como aplicar isso dentro do Azure.
O exame é dividido nestes domínios oficiais:
- Manage Azure Identities and Governance (20%)
- Implement and Manage Storage (15%)
- Deploy and Manage Azure Compute Resources (20%)
- Implement and Manage Virtual Networking (25%)
- Monitor and Maintain Azure Resources (10%)
- Configure and Manage Azure Security (10%)
Repare no peso de Virtual Networking: 25%, o maior de todos. Isso não é acaso — redes são a espinha dorsal de qualquer ambiente Azure, e a Microsoft espera que um administrador entenda isso profundamente antes de tocar em qualquer outro serviço.
Para acompanhar esses domínios com segurança, você deveria chegar com um conhecimento mínimo de:
- Conceitos de rede: o que é um endereço IP, subnet, DNS, e como tráfego se move entre redes
- Sistemas operacionais, principalmente conceitos de Windows Server e, idealmente, uma noção básica de Linux
- Linha de comando — não precisa ser expert, mas precisa não ter medo de terminal
- Conceitos de segurança básicos: autenticação, autorização, permissões
- Lógica de scripting simples (PowerShell ou Azure CLI, mesmo que só o suficiente para ler um comando e entender o que ele faz)
Se você está sem mais de duas ou três dessas bases, o AZ-104 vai ser uma luta constante — não porque o exame seja injusto, mas porque ele não ensina esses fundamentos. Ele testa sua capacidade de aplicá-los em contextos do Azure. Cursos de preparação para o AZ-104 partem do princípio que você já sabe o que é uma subnet; eles vão te ensinar como configurar isso no Azure, não o que é subnet.
As partes mais difíceis do AZ-104 para iniciantes
Depois de acompanhar o percurso de muita gente estudando para essa prova, alguns pontos aparecem repetidamente como os mais dolorosos para quem está começando:
Virtual Networking. Não é surpresa, já que é 25% da prova. VNets, peering, NSGs, rotas customizadas, DNS privado — tudo isso soa abstrato até você errar uma configuração e ver o tráfego simplesmente não passar. Iniciantes costumam entender cada peça isoladamente, mas travam quando a prova pede para combinar várias peças numa cenário só (por exemplo: “por que essa VM não consegue acessar esse recurso apesar da NSG estar liberada?”).
RBAC versus Azure Policy versus Azure AD roles. Existem múltiplas camadas de controle de acesso no Azure, e elas se sobrepõem de formas que confundem até gente com experiência. Entender quando usar RBAC, quando usar uma Policy e como as roles do Azure AD interagem com tudo isso é um dos pontos onde mais gente erra questão.
Storage — replicação, redundância e tiers. A parte teórica de storage (Blob, Files, tipos de redundância) parece simples até aparecer uma questão de cenário perguntando qual configuração de redundância atende a um requisito específico de disponibilidade. Sem prática real criando e movendo dados entre tiers, é fácil confundir os conceitos.
Interpretar cenários, não decorar comandos. O AZ-104 gosta de descrever uma situação de negócio (“uma empresa precisa que X aconteça sem que Y seja afetado”) e esperar que você identifique qual recurso ou configuração resolve isso. Iniciantes que estudaram decorando definições de serviço, sem entender o “quando usar”, sofrem muito nesse formato.
Os labs práticos dentro da prova. Como mencionado antes, parte do exame pede que você efetivamente configure algo, não só escolha uma alternativa. Quem nunca praticou dentro do portal ou via linha de comando perde tempo tentando descobrir onde cada opção fica — tempo que devia estar sendo usado para resolver o problema em si.
O que iniciantes consistentemente subestimam sobre o AZ-104
Existe um padrão bem claro no que pega os beginners de surpresa, e vale a pena nomear cada um deles com honestidade.
A amplitude do exame. Muita gente espera se especializar em duas ou três áreas do Azure e ignorar o resto — geralmente focam em compute e identidade, porque são os assuntos “mais falados”. Mas o AZ-104 testa competência administrativa na plataforma inteira. Você não pode ignorar storage porque prefere redes — os dois aparecem na sua prova, com peso relevante.
A diferença entre “entender o conceito” e “saber aplicar sob pressão de tempo”. É uma coisa ler sobre backup e recuperação. É outra, bem diferente, ter que decidir na hora, dentro de um cenário cronometrado, qual estratégia de RTO e RPO atende a um requisito específico de negócio.
O tempo que o gerenciamento de tempo consome. Beginners costumam gastar tempo demais nas primeiras questões, tentando ter certeza absoluta antes de avançar, e depois ficam sem tempo suficiente para os exercícios práticos que realmente demonstram competência real. Esse é um erro de estratégia de prova, não de conhecimento — e é evitável com simulados cronometrados.
Quanto tempo realmente leva para “aprender fazendo”. Assistir um vídeo mostrando alguém criando uma VNet parece simples. Fazer isso você mesmo, do zero, sem seguir o passo a passo na tela, é muito mais lento e cheio de pequenos erros — e é exatamente esse tipo de fricção que a prova recria.
O peso da experiência prática versus a leitura teórica. Muita gente subestima o quanto uma hora dentro do portal do Azure ensina mais do que três horas de vídeo-aula. Isso não é clichê motivacional — é uma questão prática de como a memória de procedimento funciona.
O cronograma realista para um iniciante passar no AZ-104
Não existe um número mágico universal, e desconfie de qualquer promessa do tipo “passe em duas semanas” sem contexto. Dito isso, dá para traçar faixas realistas dependendo do seu ponto de partida.
Se você tem experiência em TI, mas é novo em Azure: entre 6 e 10 semanas de estudo consistente, com prática hands-on real, costuma ser um intervalo razoável. Você já entende os conceitos subjacentes; o trabalho é mapear isso para o Azure especificamente.
Se você é realmente novo em TI e em cloud: o prazo honesto é mais longo — normalmente entre 3 e 5 meses, porque parte desse tempo precisa ser investido em fundamentos que o AZ-104 não ensina (redes, sistemas operacionais, lógica de linha de comando) antes mesmo de entrar no conteúdo específico do exame.
Se você já trabalhou com AWS ou GCP: o prazo pode ser mais curto, entre 4 e 6 semanas, já que sua curva de aprendizado é principalmente sobre “onde as coisas ficam no Azure”, não sobre os conceitos de cloud em si.
Esses números pressupõem estudo consistente e prática real dentro do Azure — não apenas assistir aulas passivamente. Se seu plano é estudar só nos finais de semana e sem tocar no portal, multiplique esses prazos.
Um sinal prático de que você está no caminho certo: se, ao fazer simulados, você consegue não só acertar a alternativa, mas explicar por que as outras estão erradas, seu preparo está sólido. Se você acerta por eliminação ou “achismo”, ainda há trabalho a fazer.
Iniciantes devem fazer o AZ-104 ou começar por uma certificação mais fácil?
Essa é a pergunta mais importante do artigo, então vamos com honestidade total.
Se você se encaixa no perfil “iniciante em TI e em cloud” — sem nenhuma vivência prévia com infraestrutura, redes ou sistemas — o AZ-900 (Azure Fundamentals) não é perda de tempo. Ele vai te dar o vocabulário e os conceitos básicos que o AZ-104 assume que você já tem. Pular direto para o AZ-104 nesse caso normalmente significa estudar dois níveis de conteúdo ao mesmo tempo, sem estrutura, e isso aumenta muito a chance de reprovação e de desistência no meio do caminho.
Se você já tem experiência em TI — mesmo que on-premises, mesmo que em suporte técnico — na maioria dos casos você pode ir direto para o AZ-104, sem precisar do AZ-900 como pré-requisito formal (e ele nunca foi um pré-requisito oficial, é importante lembrar). Sua base já cobre boa parte do que falta para os iniciantes puros.
Se você vem de outra cloud (AWS, GCP), o AZ-104 direto também costuma fazer sentido, porque os conceitos fundamentais já estão internalizados — só falta o mapeamento para o ecossistema Azure.
A regra prática que costuma funcionar bem: se você não sabe explicar, sem pesquisar, a diferença entre IaaS e PaaS, ou o que é uma VNet em termos gerais, comece pelo AZ-900. Se você já entende esses conceitos e só precisa aprender onde e como configurá-los no Azure, vá direto para o AZ-104.
No que iniciantes devem focar na prepar
No que iniciantes devem focar na preparação
Sabendo tudo isso, a pergunta natural é: onde colocar a energia primeiro? Não adianta estudar tudo com a mesma intensidade — alguns pontos rendem muito mais resultado do que outros para quem está começando.
Comece pela rede, não pelo compute. A maioria dos iniciantes faz o caminho inverso: aprende a criar VMs primeiro porque é mais visual e satisfatório, e deixa VNet, subnet, NSG e rotas para depois, como se fosse um assunto “chato”. Isso é um erro de sequência. Como Virtual Networking é 25% da prova e é pré-requisito conceitual para quase tudo que vem depois (uma VM sem rede configurada corretamente não serve para nada), inverter essa ordem e estudar rede primeiro economiza retrabalho.
Construa um ambiente de laboratório de verdade, mesmo que pequeno. Você não precisa de uma assinatura cara ou de uma infraestrutura complexa. Um grupo de recursos, duas ou três VMs, uma VNet com subnets separadas e uma NSG mal configurada de propósito (para você ver o erro acontecer e depois corrigir) já ensinam mais do que semanas de teoria. O objetivo não é construir algo bonito — é errar em ambiente seguro antes de errar na prova.
Pratique cenários, não definições. Em vez de decorar “o que é RBAC”, pratique responder perguntas do tipo: “esse usuário precisa gerenciar VMs mas não pode mexer em rede — qual role eu atribuo?”. Esse tipo de pergunta é o formato real do exame, e treinar dessa forma desde o início evita a armadilha de saber a teoria e travar na aplicação.
Simule sob tempo, desde cedo. Não espere a reta final para fazer simulados cronometrados. Faça isso já nas primeiras semanas, mesmo errando muito, porque parte do que a prova testa é sua capacidade de tomar decisão rápida sob pressão — e isso é uma habilidade separada do conhecimento técnico.
Se você quer treinar exatamente esse tipo de raciocínio de cenário — que é onde a maioria dos iniciantes perde pontos — vale a pena praticar questões realistas de cenário do AZ-104 no Certsqill, com explicações do Tutor de IA que mostram exatamente por que cada resposta está certa ou errada. Isso ajuda a fechar a lacuna entre “eu entendi o conceito” e “eu sei aplicar isso numa pergunta cronometrada”, que é exatamente o tipo de dificuldade que este artigo descreve desde o início.
Erros comuns de iniciantes que aumentam a dificuldade artificialmente
Boa parte da dificuldade que os iniciantes relatam não vem do exame em si — vem de decisões de preparo que tornam o processo mais difícil do que precisava ser. Vale nomear os mais frequentes.
Estudar só com um único formato de conteúdo. Assistir vídeo-aula é confortável, mas passivo. Iniciantes que dependem só disso criam uma falsa sensação de domínio — você reconhece a resposta quando vê, mas não consegue produzi-la sozinho quando a pergunta muda de contexto. Misturar vídeo, documentação oficial, prática no portal e questões de simulado é o que realmente fixa o conhecimento.
Pular a documentação oficial da Microsoft. Parece contraintuitivo, já que a documentação é densa, mas é exatamente essa densidade que treina o tipo de leitura atenta que a prova exige. Quem só estuda por resumos e vídeos se acostuma com explicações simplificadas demais e sofre quando a prova traz uma nuance que o resumo não cobriu.
Achar que dump de prova substitui entendimento. Isso não é só antiético e contra os termos da Microsoft — é ineficaz. Dumps ensinam a reconhecer uma pergunta específica, não a resolver variações dela. E o AZ-104 varia MUITO as questões dentro do mesmo tema, exatamente para neutralizar quem tenta esse atalho.
Ignorar os labs até a última semana. Alguns iniciantes tratam a parte prática como um “extra opcional” e concentram quase todo o tempo em teoria e questões de múltipla escolha. Como parte do exame envolve configuração real dentro de um ambiente simulado, isso é um erro caro — a familiaridade com a interface do portal e com os comandos de CLI/PowerShell precisa estar automática, não sendo descoberta pela primeira vez no dia da prova.
Não revisar os erros dos simulados com profundidade. Fazer simulado e só olhar a nota final é desperdiçar o material mais valioso que você tem. Cada questão errada é um sinal de exatamente onde está a lacuna — seja de conceito, seja de leitura, seja de gestão de tempo. Iniciantes que revisam questão por questão, entendendo por que cada alternativa errada estava errada, evoluem muito mais rápido do que quem só refaz o mesmo simulado esperando a nota subir sozinha.
Como saber se você está realmente pronto para marcar a prova
Depois de tudo isso, fica a pergunta prática: como saber se você já passou do estágio de “estudando” para o estágio de “pronto”?
Alguns sinais objetivos ajudam a responder isso sem depender só de sensação:
- Você consegue criar uma VNet com subnets, associar NSGs e explicar, sem consultar nada, por que o tráfego passa ou não passa em cada regra.
- Você consegue configurar RBAC para um cenário específico e justificar por que escolheu aquela role e não outra, incluindo por que Azure Policy não seria a ferramenta certa ali.
- Nos simulados, sua taxa de acerto está consistentemente acima de 80%, e mais importante: você entende o motivo de cada erro, não só o número final.
- Você consegue terminar um simulado cronometrado dentro do tempo, com folga para revisar pelo menos as questões marcadas como incertas.
- Você já errou de propósito uma configuração dentro do portal (por exemplo, uma NSG mal configurada) e conseguiu diagnosticar e corrigir sozinho, sem seguir um tutorial passo a passo.
Se esses cinco pontos ainda parecem distantes, não é motivo de pânico — é só um indicativo de que ainda há trabalho de prática pela frente, não de teoria. E essa distinção importa muito para não cair na armadilha de “estudar mais do mesmo” quando o que falta, na verdade, é experiência prática real.
Perguntas frequentes (FAQ)
O AZ-104 é mais difícil que o AZ-900? Sim, consideravelmente. O AZ-900 testa conceitos gerais sobre cloud e Azure, sem exigir experiência prática. O AZ-104 exige que você configure, administre e resolva problemas reais dentro da plataforma, incluindo labs práticos dentro da própria prova. São níveis de exigência diferentes, não uma evolução natural e suave um do outro.
Preciso ter experiência profissional em TI para passar no AZ-104? Não é obrigatório, mas ajuda muito. Quem já trabalhou com redes, sistemas operacionais ou suporte técnico chega com uma base que o exame assume como conhecida. Sem essa experiência, é possível passar, mas o tempo de preparo precisa ser maior, porque parte do estudo terá que cobrir fundamentos que o AZ-104 não ensina diretamente.
Quanto tempo um iniciante completo leva para passar no AZ-104? Para quem é realmente novo em TI e em cloud, o prazo realista costuma ficar entre 3 e 5 meses de estudo consistente, incluindo tempo para fundamentos básicos antes de entrar no conteúdo específico do exame. Para quem já tem experiência em TI, o prazo cai para 6 a 10 semanas.
Vale a pena fazer o AZ-900 antes do AZ-104? Depende do seu ponto de partida. Se você não sabe explicar sem pesquisar a diferença entre IaaS e PaaS, ou o que é uma VNet em termos gerais, o AZ-900 vale a pena como base. Se você já vem de TI ou de outra cloud e já domina esses conceitos, pular direto para o AZ-104 costuma ser mais eficiente.
Os labs práticos do AZ-104 são difíceis mesmo para quem estudou bastante teoria? Podem ser, se a preparação foi só teórica. Os labs exigem familiaridade real com o portal do Azure e com comandos de CLI/PowerShell, o tipo de habilidade que só se desenvolve praticando dentro do ambiente, não assistindo alguém praticar. Quem treina hands-on desde o início da preparação costuma sentir os labs bem menos assustadores do que quem chega só com teoria.
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