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AZ-104

Reprovar no AZ-104 prejudica sua carreira? A resposta honesta

CE
Redação Certsqill· Atualizado 18 de julho de 2026· 18 min de leitura

Resposta direta

Não, reprovar no AZ-104 não vai destruir sua carreira. Isso precisa ficar claro logo no início, porque a ansiedade que vem depois de um resultado “Fail” costuma exagerar o problema na sua cabeça.

O que realmente importa é o que você faz depois da reprovação. Se você reagenda o exame, estuda os pontos fracos e volta em algumas semanas com aprovação, essa tentativa fracassada vira uma nota de rodapé — algo que só você sabe que aconteceu. Nenhum recrutador, nenhum sistema de RH e nenhum gerente de contratação vai saber que você reprovou uma vez antes de conseguir a certificação AZ-104.

O risco real não está na reprovação em si. Está em deixar o medo do fracasso te paralisar e te fazer desistir de tentar de novo. É aí que a certificação AZ-104 deixa de acontecer — e é isso, sim, que pode custar oportunidades de carreira, principalmente se você está tentando entrar em cloud computing ou mudar de função dentro de TI.

Pense assim: a Microsoft não pune quem tenta e erra. Ela certifica quem, no final, demonstra competência no exame. O histórico de tentativas fica só com você e com a Microsoft (para fins de regras de reagendamento), não aparece em lugar nenhum que empregadores possam consultar.

Então, se você está lendo isso logo depois de ver “Not Passed” na tela, respire. Isso não é o fim de nada. É um degrau a mais no caminho até a certificação — e o próximo capítulo desta história ainda está em suas mãos.

O que os empregadores realmente veem (dica: não é sua reprovação)

Aqui está um fato que alivia muita gente: empregadores nunca veem quantas vezes você tentou um exame. Eles veem exatamente duas coisas — se você tem a certificação AZ-104 ativa no seu currículo/LinkedIn, ou se não tem.

Não existe um campo em nenhum sistema de recrutamento, ATS (Applicant Tracking System) ou verificação de credenciais que mostre “tentou 2 vezes antes de passar”. O certificate transcript da Microsoft mostra a data em que você foi certificado, e é isso. O caminho até ali é invisível para qualquer pessoa de fora.

Isso muda completamente a forma como você deveria encarar a situação. Um recrutador olhando seu perfil no LinkedIn não vai diferenciar entre “passou de primeira” e “passou na segunda tentativa depois de reforçar Implement and Manage Virtual Networking”. Para efeitos práticos, o resultado final é idêntico.

O que os empregadores de fato avaliam, no mercado de cloud, é uma combinação de três coisas: a certificação (como filtro inicial), a experiência prática declarada no currículo, e o desempenho em entrevistas técnicas. A certificação AZ-104 funciona como uma porta de entrada — ela sinaliza que você tem conhecimento validado em administração do Azure, cobrindo áreas como Manage Azure Identities and Governance e Deploy and Manage Azure Compute Resources. Mas ninguém contrata só pela certificação. Ela abre a conversa; a experiência e a entrevista fecham a vaga.

Ou seja: o que você precisa proteger não é sua “reputação de nunca ter falhado”. É simplesmente chegar lá com a certificação em mãos, no seu próprio tempo.

A reprovação no AZ-104 fica registrada no seu histórico?

Tecnicamente, sim — mas não do jeito que você imagina. A Microsoft mantém um registro interno das suas tentativas de exame, ligado à sua conta Certification/Learn. Esse histórico existe principalmente para aplicar as regras de reagendamento (por exemplo, período de espera obrigatório antes de tentar de novo) e para fins de segurança e integridade do exame.

Esse registro não é público. Ele não aparece no seu Microsoft Certified Profile, não é visível para empregadores, e não pode ser consultado por terceiros através do Certification Dashboard ou de qualquer verificação de credenciais que uma empresa faça. O que uma empresa pode verificar — geralmente através do próprio candidato compartilhando o link do Credly ou Microsoft Learn — é se a certificação está ativa, válida e em qual data foi emitida.

Isso significa que reprovar uma vez, duas vezes, ou quantas vezes forem necessárias dentro das regras de reagendamento da Microsoft, não constrói um “histórico negativo” visível para o mercado. O único efeito prático de múltiplas tentativas é o tempo que você leva para conseguir a certificação e, claro, o custo de cada nova tentativa de exame.

Vale reforçar: se você está preocupado que uma reprovação vá “manchar” seu nome profissionalmente, pode descartar essa preocupação. O sistema simplesmente não foi desenhado para expor tentativas fracassadas. Seu foco deveria estar 100% em entender por que você reprovou e no que fazer diferente na próxima tentativa — não em gerenciar uma reputação que, na prática, ninguém vai ver.

Como a reprovação no AZ-104 afeta candidaturas a vagas

Na prática, reprovar no AZ-104 só afeta suas candidaturas a vagas se você deixar isso te impedir de eventualmente conseguir a certificação. A certificação em si continua extremamente valiosa para avanço de carreira, principalmente para funções como:

DevOps Engineer (faixa de $85.000–$120.000, segundo dados de mercado dos EUA — consulte fontes salariais locais para sua região): mesmo quando não é obrigatório, o AZ-104 demonstra conhecimento fundamental de Azure que é relevante ao trabalhar com Configure and Manage Azure Security e Implement and Manage Storage.

Solutions Architect (faixa de $95.000–$130.000): posições sênior costumam esperar o AZ-104 como base, com certificações adicionais como o AZ-305 construindo em cima dessa fundação.

Cloud Administrator / Azure Administrator: esse é literalmente o cargo que o exame foi desenhado para validar. Empresas que buscam alguém para gerenciar identidades, redes virtuais, storage e compute no Azure no dia a dia frequentemente listam o AZ-104 como requisito ou diferencial forte.

Support Engineer em ambientes Azure: para quem está começando em suporte técnico especializado em cloud, o AZ-104 costuma ser o primeiro filtro de triagem em vagas.

Se você ainda não tem a certificação porque está no meio do processo — inclusive depois de uma reprovação — isso não te tira automaticamente da corrida em nenhuma dessas vagas. O que te tira da corrida é se candidatar dizendo que tem a certificação sem realmente tê-la, ou desistir de terminar o processo e deixar essa lacuna aberta no currículo indefinidamente.

Recrutadores de cloud entendem que exames técnicos da Microsoft não são triviais. Uma reprovação seguida de aprovação em poucas semanas não é vista como sinal de fraqueza — é vista como parte normal do processo de certificação em qualquer área técnica séria.

O impacto na carreira depende de onde você está profissionalmente

O quanto o AZ-104 pesa para o avanço da sua carreira varia bastante conforme o estágio profissional em que você se encontra:

Quem está trocando de carreira: para profissionais migrando para cloud computing vindos de outras áreas de TI (suporte, redes tradicionais, desenvolvimento), o AZ-104 serve como prova tangível da sua competência em Azure e do seu comprometimento sério com essa mudança de área. Nesse caso, uma reprovação pode gerar mais ansiedade porque você sente que “precisa provar” que a mudança foi certa. Mas o efeito prático continua o mesmo: o que conta é chegar à certificação, não o caminho percorrido.

Profissionais já atuando em TI, mas sem foco em cloud: para quem já trabalha com infraestrutura, redes ou sistemas e quer formalizar conhecimento em Azure, o AZ-104 costuma ser complementar à experiência que você já tem. Uma reprovação aqui tende a ter impacto quase nulo, porque seu currículo já mostra substância técnica independente da certificação.

Estudantes ou juniores entrando no mercado: para quem ainda não tem experiência prática significativa, o AZ-104 pesa mais como diferencial competitivo — é frequentemente a única credencial que separa seu currículo de outros candidatos igualmente inexperientes. Aqui, terminar o processo de certificação (mesmo após reprovar) importa mais do que para profissionais sênior, porque você tem menos experiência para compensar.

Profissionais sênior buscando cargos de arquitetura: para quem já tem anos de experiência prática com Azure, o AZ-104 funciona mais como validação formal do que como porta de entrada. Uma reprovação nesse estágio tem impacto praticamente irrelevante na percepção do mercado, porque seu portfólio de projetos e experiência fala mais alto.

O impacto do AZ-104 no crescimento de carreira em TI varia conforme esses cenários, mas a proposta de valor de fundo permanece consistente: é uma validação reconhecida pelo mercado das suas habilidades administrativas em Azure, algo que empregadores efetivamente buscam.

O que importa mais do que a certificação em si

Embora o potencial de crescimento de carreira com a certificação AZ-104 seja real, os empregadores, no fim das contas, se importam mais com sua capacidade de aplicar esse conhecimento na prática. Aqui está o que realmente impulsiona o avanço de carreira:

Experiência prática documentável. Projetos reais onde você configurou VNets, gerenciou RBAC, implementou Azure Blob Storage ou lidou com App Service em produção valem mais em uma entrevista técnica do que citar o nome do exame. Empregadores de cloud fazem perguntas situacionais — “como você resolveria X problema de conectividade entre subnets?” — e nenhuma certificação substitui a resposta de quem já resolveu isso na prática.

Capacidade de comunicar decisões técnicas. Saber por que você escolheu uma configuração de rede específica, ou como decidiu entre diferentes tiers de storage considerando RTO e RPO, mostra maturidade técnica que vai além de decorar conceitos para passar em um exame.

Portfólio de projetos, mesmo que pessoais. Um ambiente de laboratório no Azure, documentado no GitHub ou em um blog técnico, frequentemente pesa mais em entrevistas do que uma linha extra no currículo.

Certificações complementares e trilha de aprendizado contínuo. Profissionais que combinam AZ-104 com certificações posteriores (como AZ-305 ou certificações de segurança) mostram uma trajetória de crescimento que empregadores valorizam mais do que uma certificação isolada.

Os profissionais mais bem-sucedidos combinam a certificação AZ-104 com experiência prática sólida. Eles usam a certificação como base, mas constroem sua reputação entregando resultados reais com tecnologias Azure. Isso não desvaloriza o exame — só coloca ele no lugar certo: é uma ferramenta de abertura de portas, não a chave que resolve tudo sozinha.

Como lidar com a reprovação no AZ-104 em entrevistas

Se você está em processo seletivo e ainda não tem a certificação por causa de uma reprovação recente, existem formas honestas e estratégicas de conduzir essa conversa.

Se perguntarem diretamente: seja direto e projete confiança. Algo como: “Estou trabalhando na minha certificação AZ-104 e pretendo concluí-la no próximo mês. Tenho trabalhado diretamente com Azure na minha função atual, principalmente com [serviços específicos relevantes para a vaga].” Isso mostra que você está em movimento, não estagnado.

Foque no conhecimento prático. Redirecione a conversa para sua experiência real com Azure. Por exemplo: “Enquanto finalizo o AZ-104, tenho implementado soluções de storage no Azure e gerenciado redes virtuais em ambientes de produção.” Isso desloca o foco de “não tenho o certificado ainda” para “já aplico isso no trabalho”.

Demonstre comprometimento. Deixe claro que a certificação é prioridade sua, não algo que você está adiando indefinidamente. Por exemplo: “Estou agendado para refazer o AZ-104 na próxima semana. Usei esse tempo extra de preparação para aprofundar meu entendimento sobre governança e segurança no Azure.” Isso transforma a reprovação em evidência de disciplina, não de fraqueza.

Uma coisa que você nunca deve fazer é mentir dizendo que já tem a certificação. Isso é facilmente verificável e destrói sua credibilidade de forma muito mais séria do que qualquer reprovação de exame jamais faria.

Transformando uma reprovação no AZ-104 em vantagem de carreira

Por mais contraintuitivo que pareça, reprovar no AZ-104 pode realmente fortalecer sua carreira se você lidar com isso da forma certa. Veja como:

Primeiro, uma reprovação te força a identificar exatamente onde estão suas lacunas de conhecimento. Se você errou feio em Implement and Manage Virtual Networking ou em Monitor and Maintain Azure Resources, agora você sabe precisamente onde investir seu tempo de estudo — algo que muita gente que passa de primeira nunca faz com o mesmo rigor.

Segundo, isso cria uma história de resiliência genuína para entrevistas comportamentais. Quando um entrevistador pergunta “conte sobre um desafio técnico que você enfrentou e como superou”, uma reprovação seguida de estudo direcionado e aprovação é um exemplo real e verificável — muito mais autêntico do que respostas ensaiadas que candidatos costumam recitar.

Terceiro, o processo de revisão pós-reprovação geralmente te deixa com conhecimento mais sólido do que quem passou de primeira “raspando”. Você revisita conceitos, refaz exercícios práticos, e frequentemente entende Azure Identities and Governance ou Azure Security de forma mais profunda do que antes.

O ponto central aqui: a reprovação não é o evento que define sua trajetória. A forma como você reage a ela é que define. Profissionais que tratam a reprovação como dado técnico (“preciso estudar X domínio com mais profundidade”) em vez de julgamento pessoal (“eu não sirvo para isso”) tendem a se recuperar mais rápido e, muitas vezes, saem do processo mais preparados tecnicamente do que estariam se tivessem passado de primeira.

O risco real: não tentar de novo

A única forma pela qual reprovar no AZ-104 realmente prejudica sua carreira é se isso te desanimar a ponto de você desistir de tentar novamente.

Pense no cenário concreto: você reprova, fica desmotivado, adia o reagendamento “só mais um pouco”, e esse “pouco” vira meses. Enquanto isso, a lacuna no seu currículo permanece, oportunidades que exigiam a certificação continuam passando, e o conhecimento que você estudou começa a esfriar — o que torna a próxima tentativa ainda mais difícil, criando um ciclo de adiamento.

Esse é o único cenário em que a reprovação tem impacto real e duradouro na carreira: não a reprovação em si, mas a inação que vem depois dela.

Comparando os dois caminhos possíveis: reagendar o exame em 2 a 4 semanas, revisar os domínios onde você teve mais dificuldade e voltar para tentar de novo tem custo baixo — algumas semanas de estudo focado e a taxa de reagendamento do exame. Desistir tem custo alto e crescente: meses ou anos sem a credencial, oportunidades perdidas, e um sentimento cada vez maior de que “talvez isso não seja para mim”, que raramente reflete a realidade técnica da situação.

Se você reprovou recentemente, a pergunta que vale a pena fazer não é “isso vai prejudicar minha carreira?” — já vimos que a resposta é não, desde que você continue. A pergunta certa é

A pergunta certa é: “o que eu faço nas próximas 48 horas para não deixar essa reprovação virar um adiamento de seis meses?”

O que fazer logo depois de ver “Not Passed”

A maioria das pessoas comete o mesmo erro nas primeiras horas depois de reprovar: fecha o navegador, guarda a raiva e a frustração numa gaveta mental e evita pensar no assunto pelos próximos dias. Isso é humano, mas é exatamente o comportamento que transforma uma reprovação recuperável em um ciclo de procrastinação.

O que funciona melhor é o oposto: agir enquanto a informação ainda está fresca.

Primeiro, olhe o relatório de desempenho por domínio assim que ele estiver disponível. A Microsoft mostra seu desempenho relativo em cada área — Manage Azure Identities and Governance, Implement and Manage Storage, Deploy and Manage Azure Compute Resources, Implement and Manage Virtual Networking, Monitor and Maintain Azure Resources. Você não precisa de uma pontuação exata para saber onde errou mais; o relatório já indica isso por faixas de desempenho.

Segundo, já agende o reexame. Não espere “se sentir pronto” para marcar a data — marque a data e deixe ela puxar o seu estudo. A Microsoft costuma exigir um período de espera mínimo antes da segunda tentativa (geralmente 24 horas, com regras diferentes a partir da terceira tentativa). Verifique o prazo exato na sua conta de certificação e já reserve o horário. Ter uma data no calendário muda completamente sua relação com o estudo — você para de “estudar Azure em geral” e passa a estudar para um dia específico.

Terceiro, resista à tentação de refazer os mesmos materiais do mesmo jeito. Se você usou apenas vídeos na primeira tentativa, é hora de praticar cenários. Se você só leu documentação, é hora de montar um ambiente real no Azure e testar na prática o que só existia em teoria. Reprovar estudando de um jeito e tentar de novo estudando exatamente igual raramente muda o resultado.

Quantas tentativas são “normais” antes de passar

Essa é uma pergunta que quase ninguém faz em voz alta, porque existe vergonha embutida nela — como se reprovar duas ou três vezes fosse sinal de incompetência. Não é.

O AZ-104 cobre uma superfície ampla de conhecimento: identidade, governança, redes virtuais, storage, compute, monitoramento. É perfeitamente comum que alguém domine quatro dos cinco domínios e reprove por causa de lacunas específicas em um só — geralmente Implement and Manage Virtual Networking, que costuma ser o domínio com maior taxa de erro entre candidatos, por envolver cenários de troubleshooting mais complexos do que simples memorização de conceitos.

Não existe um número “oficial” de tentativas consideradas aceitáveis, porque isso simplesmente não é rastreado por quem contrata. O que existe são regras práticas da Microsoft sobre intervalo entre tentativas (que aumentam a partir da terceira reprovação, chegando a exigir uma espera maior antes da quarta tentativa) e um limite de tentativas por ano de certificação.

Do ponto de vista de carreira, a diferença entre passar na primeira e passar na terceira tentativa é, na prática, irrelevante — desde que cada tentativa venha acompanhada de um ajuste real na forma como você estudou. O problema não é o número de tentativas. É repetir a mesma abordagem de estudo esperando um resultado diferente.

Se o seu objetivo é reduzir o número de tentativas necessárias, o ganho mais direto vem de treinar com questões que simulam cenários reais de exame — não apenas de decorar definições de serviços do Azure, mas de resolver problemas do tipo “dado este cenário de rede, qual configuração de NSG resolve o requisito X”. Pratique questões realistas de cenário do AZ-104 no Certsqill, com explicações do Tutor de IA que mostram exatamente por que cada resposta está certa ou errada. Esse tipo de prática expõe lacunas de raciocínio que passar os olhos pela documentação não revela.

Como transformar a segunda tentativa em uma tentativa diferente de verdade

Se você vai reagendar — e você deveria — o ponto central é não repetir a mesma estratégia de estudo esperando um resultado diferente. Aqui está o que costuma separar quem passa na segunda tentativa de quem reprova de novo:

Priorize o domínio mais fraco, mas não abandone os outros. É tentador passar as próximas semanas obcecado só pelo domínio onde você teve pior desempenho. Mas o exame reavalia tudo, não só o que você errou. A estratégia certa é dedicar mais tempo proporcional ao domínio fraco, sem zerar completamente a revisão dos outros.

Monte um ambiente real, mesmo que pequeno. Uma assinatura gratuita ou um ambiente de sandbox no Azure custa pouco e vale mais do que horas extras de vídeo. Configure uma VNet com subnets, aplique NSGs, crie uma máquina virtual e teste conectividade. Erros de rede em ambiente real ensinam mais rápido do que qualquer slide.

Simule condições de prova, não apenas conteúdo de prova. Muita gente estuda o conteúdo certo mas nunca pratica sob pressão de tempo, com múltipla escolha bem elaborada e questões baseadas em cenário. Isso é uma habilidade separada do conhecimento técnico puro, e ela também precisa de treino.

Revise especificamente os motivos de cada erro, não só a resposta certa. Quando você pratica uma questão e erra, o valor real está em entender por que a alternativa errada parecia certa. Esse tipo de análise é o que evita repetir o mesmo tipo de erro em uma questão parecida, mas com redação diferente, no dia do exame de verdade.

Feito com esse nível de intenção, o intervalo entre a primeira reprovação e a segunda tentativa deixa de ser “mais do mesmo” e passa a ser genuinamente uma preparação diferente — que é, no fim, o que determina se você passa dessa vez.

Perguntas frequentes (FAQ)

Reprovar no AZ-104 aparece no meu currículo ou LinkedIn de alguma forma? Não. Só a certificação ativa aparece, com a data de emissão. Não existe nenhum campo público ou visível a terceiros que mostre tentativas anteriores, aprovadas ou reprovadas.

Quanto tempo preciso esperar para refazer o AZ-104 depois de reprovar? A Microsoft geralmente exige 24 horas de espera após a primeira reprovação. A partir da segunda e terceira reprovação, o período de espera aumenta (podendo chegar a semanas antes da quarta tentativa). Sempre confirme o prazo exato no seu Certification Dashboard, porque as regras podem mudar.

Recrutadores costumam perguntar quantas vezes eu tentei o exame? Isso é extremamente raro. A maioria dos recrutadores foca em saber se você tem a certificação ativa e em avaliar sua experiência prática em entrevista técnica. Perguntar sobre número de tentativas simplesmente não faz parte do processo de triagem padrão.

Vale a pena colocar no currículo que estou “em processo de certificação AZ-104” depois de uma reprovação? Sim, principalmente se você já tem data marcada para a nova tentativa. Frases como “certificação AZ-104 em andamento, com exame agendado para [data]” mostram movimento e comprometimento, e são preferíveis a simplesmente omitir qualquer menção ao Azure no currículo.

Uma reprovação no AZ-104 afeta minha elegibilidade para certificações futuras, como o AZ-305? Não diretamente. O AZ-305 tem seus próprios pré-requisitos de conhecimento (geralmente recomenda-se ter o AZ-104 como base), mas o sistema da Microsoft não bloqueia nem penaliza você por tentativas anteriores em outro exame. O que importa é ter a certificação-base concluída quando for tentar a próxima etapa.

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